Efeito Fox
Mapping do efeito Fox: o esquema completo do canto ao canto
O mapping é o esqueleto do Fox. Um bom esquema não é o que tem os números maiores, é o que respeita o ponto alto, o ponto D e as camadas. Aqui está o mapeamento que uso na maioria dos meus atendimentos.
Primeiro: marque o ponto alto
Depois da higienização, com a cliente em pé e olhando bem reta pra você (e você sem se mexer), marque o início e o final da íris com caneta gel branca. Essa faixa é a zona proibida de transição, nem de tamanho nem de curvatura.
O grande segredo do mapping
Muita gente acha que Fox é aumentar muito as numerações no final. Não é. O segredo é diminuir bastante as numerações no início e no meio do olho, com um tamanho curto (7 ou 8) no ponto alto, e aumentar só do final da íris pra fora.
O esquema, região por região
- Início: sempre pelo canto externo, de forma sequencial, um fio ao lado do outro.
- Ponto alto (íris): tamanho 7 ou 8, sem nenhuma transição.
- Canto externo: aumenta até a cauda, sempre respeitando o ponto D.
- Top line: diminua a numeração por camada conforme a distância entre elas (1 mm tira 1; 2 mm tira 2).
- Canto interno: repita um tamanho curto (por exemplo 6).
- Camadas: no comercial, geralmente 1ª e 2ª. A 3ª entra quando a cliente tem poucos cílios.
Isto não é receita de bolo
O mapeamento é um ponto de partida, não uma cópia pra todas as clientes. Já fiz Fox começando no 9 e indo até 12 pra quem queria algo mais chamativo. Antes de fixar os tamanhos, entenda o que a cliente busca, mostre fotos de referência e pergunte se ela quer a cauda mais longa ou mais curta. A personalização é o que entrega o trabalho perfeito.